sábado, 25 de dezembro de 2010

Se há perguntas



De fato nós misturamos as coisas, olhamos para os lados enquanto deveríamos fixar longe, reto o horizonte. Eu sou assim.
Assumir que é difícil, mas que acima de tudo é possível, é reconhecer a grandeza de uma força que brota em nós na medida em que nos entregamos e a questão maior é o respeito com a gente mesmo. Não é que devemos gastar o tempo filosofando como tudo deveria ser mas realmente temos que gastar amor com o nosso próprio coração. Onde está o sorriso que me espera e o abraço que está reservado? estou me convencendo que a plenitude é um reflexo de pequenos instantes que dependem apenas de nós.
E quando vejo e finjo não ver? disfarço um singular mistério que da sentido ao ardor do mover. Tenso? só quando justo não sou, mas para tal é preciso conhecer e reconhecer os valores cruciais e é aí que mora a importância do alimento.
Quando Jesus convidou Pedro para ir até Ele sob as águas naquela noite, simplesmente mostrara ali que o passo tem que ser fixado pelo olhar Dele. _"Homem de pouca fé".
É essa verdade que não tem como mudar, mesmo quando a gente esquece, adormece, corra, aquela estrela que guiou e simbolizou o nascimento do Menino Rei continua seu brilho tão quanto antes, maaaaaaas, e se no lugar da estrela fosse apenas uma voz, um grito, então imagino ouvir: VIDA, VIDA, VIDA, VIDA, VIDA, VIDA...
São tantas coisinhas boas que a gente deixa de lado só por não reconhecer que o orgulho é a porta de toda escuridão. Imperfeito ne? é!
E como diz a canção: "pode até parecer fraqueza mas que seja fraqueza, então", nesse compasso procuro aprender com a noite que acordei lembrando. O estado "stand by" é revelador quando temos essa consciência, afinal, quando sou fraco é que sou forte.